Presidente
do Centro Brasileiro de Relações Internacionais (Cebri), Luiz Augusto de Castro
Neves define o 11/09 como mais um marco na mudança do mundo. Embaixador no
Paraguai e na China, ele insere os eventos de 2001 em um ciclo de
transformações que foram impulsionadas a partir de 1989.
"Essa mudança já estava se acelerando, sobretudo a partir de 1989 com a queda do Muro de Berlim e 1991, com o esfacelamento da União Soviética".
Se no Ocidente o 11/09 deixou traumas e despertou reações unilaterais por parte dos Estados Unidos, na China o diplomata testumunhou preocupações de outra ordem.
"A China tem uma série de minorias ativas, como os tibetanos, uigures e mongóis. E o governo temia que esses eventos de terrorismo pudessem desempenhar algum papel de contaminação", disse ele. Acompanhe a entrevista completa.
Entrevista: Fábio Piperno
Edição: Fernanda Lanza
"Essa mudança já estava se acelerando, sobretudo a partir de 1989 com a queda do Muro de Berlim e 1991, com o esfacelamento da União Soviética".
Se no Ocidente o 11/09 deixou traumas e despertou reações unilaterais por parte dos Estados Unidos, na China o diplomata testumunhou preocupações de outra ordem.
"A China tem uma série de minorias ativas, como os tibetanos, uigures e mongóis. E o governo temia que esses eventos de terrorismo pudessem desempenhar algum papel de contaminação", disse ele. Acompanhe a entrevista completa.
Entrevista: Fábio Piperno
Edição: Fernanda Lanza
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