terça-feira, 13 de setembro de 2011

Entrevista com Luiz Augusto de Castro Neves



Presidente do Centro Brasileiro de Relações Internacionais (Cebri), Luiz Augusto de Castro Neves define o 11/09 como mais um marco na mudança do mundo. Embaixador no Paraguai e na China, ele insere os eventos de 2001 em um ciclo de transformações que foram impulsionadas a partir de 1989.

"Essa mudança já estava se acelerando, sobretudo a partir de 1989 com a queda do Muro de Berlim e 1991, com o esfacelamento da União Soviética".

Se no Ocidente o 11/09 deixou traumas e despertou reações unilaterais por parte dos Estados Unidos, na China o diplomata testumunhou preocupações de outra ordem.

"A China tem uma série de minorias ativas, como os tibetanos, uigures e mongóis. E o governo temia que esses eventos de terrorismo pudessem desempenhar algum papel de contaminação", disse ele. Acompanhe a entrevista completa.


Entrevista: Fábio Piperno

Edição: Fernanda Lanza

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